Todos os links do blog estavam hospedados no Megaupload, e agora com essa confusão vai demorar um pouquinho pra que eu consiga passar tudo pra outro local! De qualquer forma, não vou desistir! rs
Aguardem! Bjs
domingo, 22 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Rage Against the Machine
A história da banda começou por volta de 1991. A primeira apresentação dos Rage Against The Machine foi em Orange County. Em seguida o grupo gravou uma demo de 12 músicas, músicas estas que constituiram, majoritariamente, o primeiro CD da banda. Venderam 5.000 cópias da demo revertendo o lucro para o seu clube de fãs e também em vários concertos na região de Los Angeles. Deram dois concertos no segundo palco, Lollapalooza II em Irvine Meadows, Califórnia. Ali assinaram um contrato com a gravadora Epic.
No fim de 1992 os Rage Against The Machine fizeram uma turnê por toda a Europa realizando concertos com os Suicidal Tendencies. Terminada a turnê, lançaram o seu primeiro álbum, denominado “Rage Against the Machine”, em 10 de Novembro de 1992. O disco vendeu mais de 3 milhões de cópias e esteve no Top 200 da Billboard durante 89 semanas. Inclui, entre outras músicas, Bullet In The Head, Bombtrack, Freedom, Wake Up (que entrou na trilha sonora do filme Matrix, anos mais tarde), e também Killing In The Name, um protesto contra o militarismo norte-americano.
Devido às suas atitudes e letras, os Rage Against The Machine foram censurados e proibidos de realizar concertos em muitos estados norte-americanos. Ironicamente, a censura fez a banda crescer, o que a fez encara-la e lutar contra ela em grandes protestos. Em 1993, realizaram espectáculos em beneficiência da Anti-Nazi League e da Rock for Choice.
No Lollapalooza III, desta vez no palco principal, os Rage Against The Machine subiram mas não tocaram. Fizeram apenas um protesto anti-censura contra a PMRC (Parents Music Resource Center), no qual cada membro da banda ficou de pé, nu, durante cerca de 15 minutos, cada um com uma fita preta na boca e com as letras P (Tim), M (Zack), R (Brad), e C (Tom) escritas no peito. Eles afirmaram: “Se não agirmos contra a censura, não teremos direito a ver mais bandas como os Rage!”
Logo após a banda terminar em 2000 os três membros (Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk) se juntaram a Chris Cornell ex-vocalista do Soundgarden e lançaram 3 albums com a banda Audioslave. Em 2007 a banda Rage Against the Machine voltou, com os membros originais, para 4 concertos ao vivo, entre eles os festivais Coachella e Rock The Bells, e, segundo boatos, até mesmo o lançamento de um novo CD.
DISCOGRAFIA
1996 - Evil Empire
1998 - Live & Rare
1999 - The Battle of Los Angeles
2000 - Renegades
2003 - Live at the Grand Olympic Auditorium
Wilson Simonal
Pro Délio! =D
DISCOGRAFIA
1963 - Tem algo mais
1964 - A nova dimensão do samba
1965 - Wilson Simonal
1966 - Vou deixar cair…
1967 - Wilson Simonal ao vivo
1967 - Alegria, alegria
1968 - Alegria, alegria - volume 2
1968 - Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga
1969 - Alegria, alegria - Vol.3 Cada um tem o Disco que Merece
1969 - Alegria, alegria - Vol.4 Homenagem à graça, à beleza, ao charme e ao veneno da mulher brasileira
1970 - Jóia
1970 - México 70
1972 - Se dependesse de mim
1974 - Dimensão 75
1973 - Olhaí, balândro..é bufo no birrolho grinza!
1975 - Ninguém proíbe o amor
1977 - A vida é só cantar
1979 - Se todo mundo cantasse seria bem mais fácil viver
1985 - Alegria tropical
1991 - Os sambas da minha terra
1994 - A Bossa e o Balanço
2006 - Simonal canta Tom e Chico
2008 - Ninguém Sabe o Duro que dei
2009 - O Baile do Simonal
Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 1939 — 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970.
Simonal teve dois filhos, também músicos - Wilson Simoninha e Max de Castro.
Começou a carreira cantando em bailes do 8º grupo de Artilharia da Costa, cantando também em inglês, rock e calipsos. Em 1961 foi crooner do conjunto de calipso Dry Boys, fez parte do conjunto Os guaranis. Se apresentou no programa Os brotos comandam, sendo apresentador do programa Carlos Imperial. Cantou nas casa noturnas Drink e Top Club. Foi levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli para o Beco das Garrafas, que era o reduto da bossa nova.
Em 1964 viajou pelas América do Sul e América Central, junto com o conjunto Bossa Três, do pianista Luís Carlos Vinhas. De 1966 a 1967 apresentou o programa de TV, Show em Si …monal, pela TV Record - canal 7, de São Paulo. Seu diretor era Carlos Imperial. Se revelando um show man, fez grande sucesso com as músicas País tropical (Jorge Ben), Mamãe passou açúcar em mim, Meu limão, meu limoeiro, Sá Marina (Antonio Adolfo/Tibério Gaspar), num swing criado por César Camargo Mariano, que fazia parte do Som Três, junto com Sabá e Toninho, que foi chamado de pilantragem.
Em 1970 acompanhou a seleção brasileira de futebol à Copa do Mundo, realizada no México, onde tornou-se amigo dos jogadores de futebol Carlos Alberto, Jairzinho e do maestro Erlon Chaves.
Nesta época, Simonal era um cantor bastante assediado pela imprensa e pelos fãs e vivia o auge de sua carreira.
No início da década de 1970, Simonal sofreu um desfalque na empresa que possuía e brigou com seu contador por conta das questões financeiras e fiscais. Este contador era o contador de diversos atores e diretores da Globo e, revoltado com a postura de Simonal, acabou se aliando com o diretor João Carlos Magaldi, que detinha um poder enorme de comunicação (ele era exatamente o diretor da Central Globo de Comunicação) e juntos inventaram um boato terrível sobre Simonal visando especificamente destruir completamente a carreira do cantor. Ou seja, como eram os anos da ditadura e a Globo era o porta voz dessa ditadura, Magaldi inventou que Simonal era alcagüete, dedo duro, e que estaria dedurando grande parte da classe artística para a polícia.
Durante os interrogatórios, Simonal foi acusado de ser informante do Dops. A repressão imposta pela ditadura militar brasileira, e levaram os jornalistas da época a acreditar que Simonal fôsse informante do SNI. O jornal alternativo O Pasquim acusou-o de dedo duro e Simonal ficou desmoralizado no meio artístico-intelectual e cultural da época e sua carreira começou a declinar.
A classe artística inteira e o público voltou-se contra Simonal. E com isso a carreira do cantor foi completamente destruída por um boato gerado dentro da Central Globo e, até a sua morte, ele jamais conseguiu recuperar-se da fama de traidor, embora esta “traição” tivesse sido amplamente desmentida.
Simonal caiu no ostracismo a partir da década de 1980, e sempre negou veementemente todas as acusações. Porém tornou-se deprimido e vítima do alcoolismo e morreu de complicações decorrentes do vício.
Em 2002, após sua morte, a família do cantor requisitou abertura de processo para verificar a acusação de informante do regime. Foram reunidos depoimentos de diversos artistas, além de um documento datado de 1999 em que o então secretário de Direitos Humanos, José Gregori, atestava que não havia evidências - fosse nos arquivos do Serviço Nacional de Informações (SNI) ou no Centro de Inteligência do Exército - de que Simonal houvesse agido como delator. Como resultado, o nome do músico foi reabilitado publicamente pela Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em 2003.
Independente de qualquer acusação política, porém, o legado artístico de Wilson Simonal vem ganhando cada vez mais reconhecimento pela história da Música Popular Brasileira, onde é considerado um dos melhores cantores.
1963 - Tem algo mais
1964 - A nova dimensão do samba
1965 - Wilson Simonal
1966 - Vou deixar cair…
1967 - Wilson Simonal ao vivo
1967 - Alegria, alegria
1968 - Alegria, alegria - volume 2
1968 - Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga
1969 - Alegria, alegria - Vol.3 Cada um tem o Disco que Merece
1969 - Alegria, alegria - Vol.4 Homenagem à graça, à beleza, ao charme e ao veneno da mulher brasileira
1970 - Jóia
1970 - México 70
1972 - Se dependesse de mim
1974 - Dimensão 75
1973 - Olhaí, balândro..é bufo no birrolho grinza!
1975 - Ninguém proíbe o amor
1977 - A vida é só cantar
1979 - Se todo mundo cantasse seria bem mais fácil viver
1985 - Alegria tropical
1991 - Os sambas da minha terra
1994 - A Bossa e o Balanço
2006 - Simonal canta Tom e Chico
2008 - Ninguém Sabe o Duro que dei
2009 - O Baile do Simonal
domingo, 8 de janeiro de 2012
Jeito Moleque
O nome do grupo não poderia ser mais adequado. Na base da farra, Bruno, Carlinhos, Alemão, Rafa e Felipe, cinco moleques de Santana, na zona norte paulistana, se reuniam após as partidas de futebol para tirar um som. A turma do bairro se juntava para dançar e os meninos logo começaram a ser chamados para tocar em festas de amigos. Baladeiros, não perdiam uma domingueira no Mistura Brasileira e no Pólo Norte – tradicionais redutos do samba e do pagode do bairro. De freqüentadores, passaram a atração principal das noitadas e caíram no gosto da galera.
Uma prova da dimensão do fenômeno Jeito Moleque é que, enquanto a maioria dos cantores e bandas brasileiras percorre um longo caminho até chegar a um álbum ao vivo com seus principais hits, o grupo já chegou lá. Me faz feliz, o primeiro do Jeito Moleque pela multinacional Universal Music, foi gravado durante dois shows com lotação esgotada no Olympia, em maio deste ano. O resultado é um CD pra cima, com jeitão de coletânea, pois o público canta junto com o vocalista Bruno Diegues todas as faixas do disco. Como pode um grupo de pagode estreante lançar seu primeiro álbum com status de veterano? A resposta está na fidelidade dos fãs.
O Jeito Moleque faz parte de uma corrente que está sendo chamada de pagode universitário ou neopagode: são bandas que se apresentam no circuito de casas noturnas localizadas nos bairros do Itaim e Vila Olímpia, freqüentados por jovens universitários paulistanos. “São fãs que nos acompanham desde o começo, lá em 2001. Por isso eles conhecem nossas músicas de trás para frente”, conta Bruno.
Eu nunca amei assim, que está no repertório de “Me faz feliz”, há meses ocupa uma confortável posição no ranking das dez músicas mais executadas nas rádios. “O pessoal que vai nas baladas em que tocamos liga para as rádios pedindo a música. Eu nunca amei assim é o nosso hit”, comemora o vocalista.
Uma prova da dimensão do fenômeno Jeito Moleque é que, enquanto a maioria dos cantores e bandas brasileiras percorre um longo caminho até chegar a um álbum ao vivo com seus principais hits, o grupo já chegou lá. Me faz feliz, o primeiro do Jeito Moleque pela multinacional Universal Music, foi gravado durante dois shows com lotação esgotada no Olympia, em maio deste ano. O resultado é um CD pra cima, com jeitão de coletânea, pois o público canta junto com o vocalista Bruno Diegues todas as faixas do disco. Como pode um grupo de pagode estreante lançar seu primeiro álbum com status de veterano? A resposta está na fidelidade dos fãs.
O sucesso do Jeito Moleque também se deve ao fato de os integrantes serem jovens – todos têm 20 e poucos anos – o que só aumenta a identificação da garotada com seus ídolos. As letras são românticas, como na faixa título e na canção que abre o CD, “Sobrenatural”. Outra característica comum aos neopagodeiros é regravar hits do pop dos anos 80 em ritmo de… pagode, claro! Caso de “Só Pro Meu Prazer”, famosa na voz de Leoni, e “Marvin”, dos Titãs.
DOWNLOAD
2004 - Eu Nunca Amei Assim
2005 - Me Faz Feliz (Ao Vivo)
2007 - O som do bem
2008 - Ao vivo na Amazônia
2010 - 5 Elementos
Fernanda Abreu
Fernanda Sampaio de Lacerda Abreu (Rio de Janeiro, 8 de setembro de 1961) é uma cantora e compositora brasileira. Iniciou a carreira como vocal de apoio na banda Blitz, com Evandro Mesquita e, posteriormente, seguiu carreira solo, influenciada pelo samba, Sambalanço, disco music, rap, funk e funk carioca - estilo musical que ajudou a popularizar - e abandonando o pop rock da Blitz. Sua canção mais famosa é “Rio 40 Graus”.
A garota “suíngue sangue bom”, Fernanda Abreu, nasceu em 1961 e foi criada em uma família de classe média alta da zona sul do Rio de Janeiro. Teve infância e adolescência típicas até o início da década de 80, quando entrou como backing vocal para o grupo Blitz.
Em pouco tempo a banda tornou-se o maior fenômeno do pop-rock brasileiro da década, com três discos gravados e turnês pelo Brasil e exterior. Com o fim da Blitz em 1986 começou a investir na carreira solo, tendo aulas de violão e canto e trabalhando em shows e músicas ao lado de Fausto Fawcett, Laufer e Sergio Mekler.
Em 1989, montou uma banda de funk para tocar repertório de disco music, que deu o tom para o primeiro disco solo, “SLA Radical Dance Disco Club”, lançado no ano seguinte.
Com o CD “SLA2 - Be Sample” foi uma das primeiras artistas a divulgar o amplo uso de samplers como recurso de composição. A partir daí, sua carreira decolou, confirmando o sucesso com o CD “Da Lata”, que sem perder o caráter dançante, abandona um pouco a dance music e se concentra mais no funk-soul e em ritmos brasileiros. São desse álbum as músicas “Veneno da Lata”, “Garota Sangue Bom” e “Brasil É o País do Suíngue”.
Após dois anos de pausa, a cantora voltou com o “Raio X – Fernanda Abreu Revista e Ampliada”, fazendo um balanço dos sete anos de sua carreira solo. Em 2000, foi lançado “Entidade Urbana”, em que o funk/rap/samba de Fernanda explora seus limites.
Quatro anos depois, a artista lançou seu primeiro álbum de forma independente. “Na Paz”, como foi intitulado, saiu pelo selo Garota Sangue Bom, de propriedade de Fernanda. O carro-chefe do trabalho foi uma versão para “Eu Vou Torcer”, de Jorge Ben Jor. O repertório também traz “Não Deixe o Samba Morrer”, famosa na voz de Alcione e que destaca toda a versatilidade da carioca.
Fernanda Abreu, que se destaca como legítima representante da alma carioca, em 2006 lançou seu “Ao Vivo MTV”, com CD e o primeiro DVD de sua carreira, que conta com os grandes sucessos e a participação de Herbert Viana.
1990 - Sla Radical Dance Disco Club
1992 - Sla 2 Be Sample
1997 - Raio X - Revista e Ampliada
2000 - Entidade Urbana
2004 - Na Paz
2006 - MTV Ao Vivo
2010 - Perfil
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Sublime With Rome
A banda Sublime, conhecido pelo hit “Santeria”, está de volta depois de 13 anos longe dos palcos. O trio encerrou sua carreira no terceiro álbum quando o vocalista Bradley Nowell morreu de overdose, aos 26 anos, em 1996. A banda volta com o novo nome “Sublime With Rome” por conta de sua nova formação: a dupla original Bud Gaugh (bateria) e Eric Wilson (baixo) junto com o jovem Rome Ramirez, de 22 anos (2009).
DISCOGRAFIA
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Ziggy Marley
Filho de Bob Marley, Ziggy aproximou-se do reggae incitado pelos hinos do pai, considerado o criador e maior porta-voz do gênero. Ao lado dos irmãos, que compõem o Melody Makers, grupo que o acompanhou em seu primeiro disco, Ziggy Marley conseguiu relativa repercussão fazendo músicas ligadas ao reggae tradicional mas, ao contrário do pai, muito mais próximas das temáticas relativas a festas e música do que a questões sociais. Em 2003 lançou “Dragonfly”, em que mostra sua competência também como compositor de rock.
DISCOGRAFIA
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Mart'nália
Mart’nália, filha de Martinho da Vila e Anália Mendonça, começou a carreira cedo. Antes de lançar “Mart’nália” (1987), a jovem cantora já fazia backing vocal com a irmã nas apresentações do pai. Passando por grupos diversos e bares no cenário carioca, em 1995 lançou “Minha Cara”, produzido pelo pai. Com pouco reconhecimento, o disco era puro samba-canção.
Foi Caetano Veloso quem dirigiu Mart’nália para a percussão. O experiente cantor hoje reconhece a cantora como “pupila” e é um grande admirador da sua maneira única de se apresentar. No disco seguinte, Mart’nália começou a aparecer para a mídia. “Pé do Meu Samba” teve a faixa título composta por Caetano Veloso especialmente para a artista. Na turnê deste álbum, Mart’nália recebeu vários convidados especiais como Caetano Veloso, Moska, Fernanda Abreu, Zélia Duncan, Lenine e Martinho da Vila. Na virada do ano de 2002 para 2003 a artista se apresentou na praia de Copacabana e em 2003 se apresentou no Teatro Rival BR onde recebeu muitos convidados. Em 2004, foi convidada para participar do projeto “Da idade do mundo”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília e lançou o CD + DVD “Pé de Meu Samba”.
Foi Caetano Veloso quem dirigiu Mart’nália para a percussão. O experiente cantor hoje reconhece a cantora como “pupila” e é um grande admirador da sua maneira única de se apresentar. No disco seguinte, Mart’nália começou a aparecer para a mídia. “Pé do Meu Samba” teve a faixa título composta por Caetano Veloso especialmente para a artista. Na turnê deste álbum, Mart’nália recebeu vários convidados especiais como Caetano Veloso, Moska, Fernanda Abreu, Zélia Duncan, Lenine e Martinho da Vila. Na virada do ano de 2002 para 2003 a artista se apresentou na praia de Copacabana e em 2003 se apresentou no Teatro Rival BR onde recebeu muitos convidados. Em 2004, foi convidada para participar do projeto “Da idade do mundo”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília e lançou o CD + DVD “Pé de Meu Samba”.
DISCOGRAFIA
1987 - Prova de Carinho
1997 - Minha Cara
2002 - Pé Do Meu Samba
2006 - Martinália em Berlim (Ao Vivo)
2006 - Menino Do Rio
2008 - Madrugada
2009 - Minha Cara
2010 - Mart'nália em África ao Vivo
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Joss Stone
Pra Carlinha!
=]
Joscelyn Eve Stoker, mais conhecida como Joss Stone (Dover, Inglaterra, 11 de Abril de 1987), é uma cantora de Soul, Jazz e R&B e por vez atriz. Foi catapultada para a fama em 2003, após o lançamento do seu álbum de estreia, The Soul Sessions, que ganhou ao certificado de 3x platina. Nascida em Dover, passou a sua adolescência em Devon, também na Inglaterra. Abandonou a escola apenas com 16 anos, devido à condição de dislexia. Ela própria admite: “Eu não era burra. Era apenas um pouco disléxica e nunca fui muito dada à escola, sou mais do tipo artístico”.
É filha de Richard e Wendy Stoker e tem 3 irmãos. Cresceu ouvindo música Soul, como Aretha Franklin e Dusty Springfield e, como conseqüência, levou uma vida inspirada nesse tipo de música e no que esta transmitia.
Aos 14 anos, participou num programa da BBC, “Estrela Por Uma Noite”, cantando ‘A Natural Woman’, de Aretha Franklin, e It’s Not Right But It’s Ok, de Whitney Houston.
Em 2002, deslocou-se para a cidade de Nova York, onde conseguiu o seu tão desejado contrato musical, com a sua atual editora.
The Soul Sessions, lançado dia 16 de Setembro de 2003, é um album baseado em covers de músicas soul pouco conhecidas e o seu primeiro single foi Fell In Love With A Boy, uma cover de Fell In Love With A Girl, dos White Stripes. Seguiu-se Super Duper Love. O CD foi um autentico sucesso entre os media e os especialistas, incrédulos da voz tão poderosa de Joss, apenas com 16 anos.
É filha de Richard e Wendy Stoker e tem 3 irmãos. Cresceu ouvindo música Soul, como Aretha Franklin e Dusty Springfield e, como conseqüência, levou uma vida inspirada nesse tipo de música e no que esta transmitia.
Aos 14 anos, participou num programa da BBC, “Estrela Por Uma Noite”, cantando ‘A Natural Woman’, de Aretha Franklin, e It’s Not Right But It’s Ok, de Whitney Houston.
Em 2002, deslocou-se para a cidade de Nova York, onde conseguiu o seu tão desejado contrato musical, com a sua atual editora.
The Soul Sessions, lançado dia 16 de Setembro de 2003, é um album baseado em covers de músicas soul pouco conhecidas e o seu primeiro single foi Fell In Love With A Boy, uma cover de Fell In Love With A Girl, dos White Stripes. Seguiu-se Super Duper Love. O CD foi um autentico sucesso entre os media e os especialistas, incrédulos da voz tão poderosa de Joss, apenas com 16 anos.
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Marcelo Jeneci
Pro Erick!
=]
Com talento para agradar a muitos, Marcelo Jeneci é um compositor que tem o trabalho calcado em sua própria vivência musical. Instrumentista desde muito cedo, comemora com apenas 28 anos de idade seus mais de dez anos de estrada como músico acompanhante de diversos nomes da música popular brasileira. Agora, alça vôos mais longos através de suas próprias canções e de sua linguagem musical apurada em seu primeiro álbum “Feito pra Acabar”, lançado pela Som Livre em dezembro de 2010.
“Feito Pra Acabar” traz treze faixas autorais, a maioria em parceria com nomes já conhecidos do público, que marcam a primeira safra de composições do paulistano. O disco foi quase todo registrado ao vivo, em fitas de 2 polegadas, por gravadores Studer A 827 com 24 canais, no estúdio COMEP (Comunicação Musical Editoras Paulinas), em São Paulo. Das treze músicas de “Feito Pra Acabar”, cinco contam com arranjos do também instrumentista (violonista) e compositor Arthur Verocai, responsável por arranjos e regências em discos de nomes como Marcos Valle, Gal Costa, Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor, Ivan Lins e Elizeth Cardoso e autor do cultuado disco Arthur Verocai (1972). Ficaram sob a batuta do carioca, de 65 anos, as músicas “Feito Pra Acabar” e “Quarto de Dormir”, ambas com arranjos de orquestra; e “Felicidade”, “Tempestade Emocional” e “Por Que Nós”, estas com arranjos de cordas. As gravações da orquestra, que contou com 20 músicos, foram realizadas no estúdio Mega, no Rio de Janeiro. O projeto de gravação do primeiro disco solo de Jeneci e show de lançamento foi selecionado entre mais de 730 inscritos no Edital Nacional 2009, na categoria Fomento à Música, do projeto Natura Musical.
Nascido na Cohab Juscelino, em Guaianases, Zona Leste de São Paulo, Jeneci foi criado pela mãe paulista e pelo pai pernambucano, apaixonado por Roberto Carlos e instrumentos musicais. Cresceu embalado pelas estações de rádio populares e trilhas sonoras de novela. Mais de 25 anos depois, ele e a família se emocionavam cada vez que ouviam as canções do jovem compositor – “Amado” (parceria de Jeneci com Vanessa da Mata) e ”Longe” (assinada com Arnaldo Antunes) – nas novelas de uma das principais emissoras de televisão do país.
Jeneci lança seu disco de estréia mas já comemora mais de uma década de carreira musical como instrumentista. Em 2000, o pernambucano Manoel Jeneci – pai de Marcelo e autodidata que sempre ganhou a vida consertando aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e instrumentos musicais – soube pelos freqüentadores de sua oficina que Chico César procurava um músico para tocar sanfona e piano em sua turnê internacional. Marcelo tocava piano e treinava nas sanfonas que os clientes do pai deixavam para consertar mas não tinha seu próprio instrumento. O problema foi resolvido quando um dos habitués da oficina de seu Jeneci, Dominguinhos, resolveu presentear o menino com uma peça de sua coleção. Marcelo tirou passaporte e iniciou seu primeiro trabalho como músico profissional, com a sanfona do mestre, ao lado de Chico César, atualmente seu parceiro na faixa “Felicidade”, que, não por acaso, abre o primeiro disco do compositor, hoje com 28 anos.
A trajetória de Marcelo Jeneci até o lançamento de “Feito Pra Acabar” é marcada por parcerias e histórias com grandes nomes da música nacional. Além de compor canções com Chico César, Jeneci assina músicas com Vanessa da Mata – o hit “Amado”, que foi trilha de uma novela global e uma das músicas mais tocadas de 2009 –, Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves (“Tempestade Emocional”), Luiz Tatit (“Por Que Nós?”) e Arnaldo Antunes (“Quarto de Dormir”). Também caiu nas graças do cantor Leonardo com a composição “Longe”, outra parceria do jovem paulistano com Arnaldo Antunes que também fez parte de trilha de novela da mesma emissora. Zélia Duncan, que gravou canções inéditas de Jeneci em seu último disco, engrossa o coro dos fãs e parceiros do também multiinstrumentista (Jeneci toca piano, acordeon e guitarra).
“Feito Pra Acabar” traz treze faixas autorais, a maioria em parceria com nomes já conhecidos do público, que marcam a primeira safra de composições do paulistano. O disco foi quase todo registrado ao vivo, em fitas de 2 polegadas, por gravadores Studer A 827 com 24 canais, no estúdio COMEP (Comunicação Musical Editoras Paulinas), em São Paulo. Das treze músicas de “Feito Pra Acabar”, cinco contam com arranjos do também instrumentista (violonista) e compositor Arthur Verocai, responsável por arranjos e regências em discos de nomes como Marcos Valle, Gal Costa, Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor, Ivan Lins e Elizeth Cardoso e autor do cultuado disco Arthur Verocai (1972). Ficaram sob a batuta do carioca, de 65 anos, as músicas “Feito Pra Acabar” e “Quarto de Dormir”, ambas com arranjos de orquestra; e “Felicidade”, “Tempestade Emocional” e “Por Que Nós”, estas com arranjos de cordas. As gravações da orquestra, que contou com 20 músicos, foram realizadas no estúdio Mega, no Rio de Janeiro. O projeto de gravação do primeiro disco solo de Jeneci e show de lançamento foi selecionado entre mais de 730 inscritos no Edital Nacional 2009, na categoria Fomento à Música, do projeto Natura Musical.
Nascido na Cohab Juscelino, em Guaianases, Zona Leste de São Paulo, Jeneci foi criado pela mãe paulista e pelo pai pernambucano, apaixonado por Roberto Carlos e instrumentos musicais. Cresceu embalado pelas estações de rádio populares e trilhas sonoras de novela. Mais de 25 anos depois, ele e a família se emocionavam cada vez que ouviam as canções do jovem compositor – “Amado” (parceria de Jeneci com Vanessa da Mata) e ”Longe” (assinada com Arnaldo Antunes) – nas novelas de uma das principais emissoras de televisão do país.
Jeneci lança seu disco de estréia mas já comemora mais de uma década de carreira musical como instrumentista. Em 2000, o pernambucano Manoel Jeneci – pai de Marcelo e autodidata que sempre ganhou a vida consertando aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e instrumentos musicais – soube pelos freqüentadores de sua oficina que Chico César procurava um músico para tocar sanfona e piano em sua turnê internacional. Marcelo tocava piano e treinava nas sanfonas que os clientes do pai deixavam para consertar mas não tinha seu próprio instrumento. O problema foi resolvido quando um dos habitués da oficina de seu Jeneci, Dominguinhos, resolveu presentear o menino com uma peça de sua coleção. Marcelo tirou passaporte e iniciou seu primeiro trabalho como músico profissional, com a sanfona do mestre, ao lado de Chico César, atualmente seu parceiro na faixa “Felicidade”, que, não por acaso, abre o primeiro disco do compositor, hoje com 28 anos.
A trajetória de Marcelo Jeneci até o lançamento de “Feito Pra Acabar” é marcada por parcerias e histórias com grandes nomes da música nacional. Além de compor canções com Chico César, Jeneci assina músicas com Vanessa da Mata – o hit “Amado”, que foi trilha de uma novela global e uma das músicas mais tocadas de 2009 –, Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves (“Tempestade Emocional”), Luiz Tatit (“Por Que Nós?”) e Arnaldo Antunes (“Quarto de Dormir”). Também caiu nas graças do cantor Leonardo com a composição “Longe”, outra parceria do jovem paulistano com Arnaldo Antunes que também fez parte de trilha de novela da mesma emissora. Zélia Duncan, que gravou canções inéditas de Jeneci em seu último disco, engrossa o coro dos fãs e parceiros do também multiinstrumentista (Jeneci toca piano, acordeon e guitarra).
DISCOGRAFIA
2010 - Feito pra Acabar
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Beto Guedes
Alberto de Castro Guedes, (Montes Claros, 13 de agosto de 1951), violonista, cantor e compositor brasileiro.
Desde a adolescência tocava em bandas e aos 18 anos participou do V Festival Internacional da Canção, com sua composição Feira Moderna, em parceria com Fernando Brant. Tendo a música mineira como uma de suas principais influências (ao lado do rock dos anos 60 e dos choros que o pai seresteiro compunha), participou ativamente do Clube da Esquina, que projetou nacionalmente os compositores mineiros contemporâneos como Milton Nascimento, Lô Borges, Fernando Brant e o próprio Beto Guedes. Foi acompanhado pelo também mineiro grupo 14 Bis e em 1977 lançou o primeiro LP, A Página do Relâmpago Elétrico. No ano seguinte, o disco Amor de Índio traz na faixa-título o maior sucesso de sua carreira. Atualmente segue a carreira solo, e seus LPs foram relançados no formato de CD pela EMI em 1997. Em 1998 gravou Dias de Paz, uma seleção de releituras que inclui duas inéditas.
Desde a adolescência tocava em bandas e aos 18 anos participou do V Festival Internacional da Canção, com sua composição Feira Moderna, em parceria com Fernando Brant. Tendo a música mineira como uma de suas principais influências (ao lado do rock dos anos 60 e dos choros que o pai seresteiro compunha), participou ativamente do Clube da Esquina, que projetou nacionalmente os compositores mineiros contemporâneos como Milton Nascimento, Lô Borges, Fernando Brant e o próprio Beto Guedes. Foi acompanhado pelo também mineiro grupo 14 Bis e em 1977 lançou o primeiro LP, A Página do Relâmpago Elétrico. No ano seguinte, o disco Amor de Índio traz na faixa-título o maior sucesso de sua carreira. Atualmente segue a carreira solo, e seus LPs foram relançados no formato de CD pela EMI em 1997. Em 1998 gravou Dias de Paz, uma seleção de releituras que inclui duas inéditas.
DISCOGRAFIA
1977 - A Página do Relâmpago Elétrico
1978 - Amor de Índio
1979 - Sol de Primavera
1981 - Contos da Lua Vaga
1984 - Viagem das Mãos
1986 - Alma de Borracha
1987 - Ao Vivo
1991 - Andaluz
1998 - Dias de Paz
2004 - Em Algum Lugar
2005 - DVD e CD Beto Guedes - 50 anos ao vivo
2010 - DVD e CD Outros Clássicos - ao vivo
sábado, 19 de novembro de 2011
Herbie Hancock
Música: Watermalon Man
Herbie Hancock (Chicago, 12 de Abril de 1940) é um pianista e compositor norte-americano, considerado um dos mestres do jazz.
Tocou ao lado de grandes músicos, com destaque para sua colaboração com Miles Davis nos anos 60, em um quinteto que se tornou antológico na história do Jazz. Ali, Hancock foi introduzido ao piano elétrico Fender Rhodes, ao qual adaptou-se imediatamente e tão logo experimentou a improvisada adaptação de um pedal de wah-wah e uma câmara de eco (um Echoplex). Harold Rhodes, pai do piano elétrico, ao noticiar essas estranhas e até então originais conexões, providencia para que esses conectores constem em todos os novos modelos deste piano.
Uma década adiante, emergindo do universo de Miles Davis, Herbie Hancock monta um grupo com maiores aproximações à tradição popular afro-americana, de uma sonoridade bem mais acessível ao grande público e de grande sucesso. No álbum de título homônimo ao deste grupo, Head Hunters (1973), Hancock alterna bem sucedidas experimentações pelo eletrofunk com pitadas daquele espírito do quinteto de Miles.
Sua discografia inclui discos voltados para o Jazz assim como algumas incursões pelo Fusion, Funk e Música Clássica. Poucos pianistas têm ou tiveram uma carreira tão fecunda quanto Hancock, que já atravessa algumas décadas como um dos maiores pianistas da história do Jazz. Gravou com Chick Corea um dos mais belos e surreais trabalhos de dupla ao piano: An Evening With Herbie Hancock and Chick Corea: Live
DISCOGRAFIA
1962 - Takin' Off
1963 - Inventions And Dimensions
1963 - My Point Of View
1965 - Maiden Voyage
1966 - Blow Up
1968 - Speak Like A Child
1969 - Fat Albert Rotunda
1969 - The Prisoner
1970 - Mwandishi
1971 - Crossings
1972 - Mr. Funk
1972 - Sextant
1973 - Head Hunters
1974 - Death Wish
1974 - Thrust
1975 - Flood
1975 - Man-Child
1976 - Secrets
1977 - V.S.O.P - Tempest In The Colosseum
1978 - Feets Don't Fail Me Now
1978 - Sunlight
1979 - Monster
1980 - Magic Windows
1980 - Mr. Hands
1981 - Lite Me Up
1981 - Quartet
1983 - Future Shock
1983 - Sound System
1988 - Perfect Machine
1991 - The Very Best Of
1992 - A Tribute To Miles Davis
1995 - Dis Is Da Drum
1996 - The New Standard
1997 - 1 & 1 (com Wayne Shorter)
1998 - Gershwin's World
2001 - Future 2 Future
2005 - Possibilities
2007 - (River) The Joni Letters
2010 - The Imagine Project
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Raul Seixas
Filho do casal Raul Varella Seixas e Maria Eugênia Seixas, Raul cresceu na cidade de Salvador um tanto estagnada, alheia aos progressos de uma modernidade que passava ao largo da capital baiana. Tinha um irmão, quatro anos mais novo, Plínio Seixas.
Em casa obtém uma cultura que o faz adiantar-se àquilo que era ensinado nas escolas, mergulhando nos livros que tinha à disposição, na biblioteca do pai. Até o final de sua vida, sempre foi avançado para sua época, o que é comprovado pelas músicas por ele compostas e que até hoje são executadas.
Muitos dos fãs de Raul Seixas consideram uma das marcas mais fortes nas suas músicas a sua capacidade de, através de um estilo jovial e descontraído, transmitir mensagens ou fazer questionamentos sobre temas como o amor, a vida, e a existência em si.
Das canções que Raulzito deixou, muitas foram aquelas que permaneceram eternizadas pelo gosto do público. Entre elas, Maluco Beleza, Metamorfose Ambulante, Sociedade Alternativa, Gîtâ, Eu nasci há 10 mil anos atrás, Medo da Chuva e Tente Outra Vez. Entre os fãs, costumam aparecer também outras músicas, entre elas, Ouro de Tolo, S.O.S., Mosca na Sopa, Eu Sou Egoísta, Para Nóia, Eu Quero Mesmo, Capim Guiné, Água viva, e Cachorro-Urubu.
O último disco lançado em vida foi feito em parceria com Marcelo Nova, intitulado A Panela do Diabo, que foi lançado pela Warner Music Brasil um dia após sua morte. Raul Seixas faleceu no dia 21 de agosto de 1989, aos 44 anos. Seu corpo foi encontrado às oito horas da manhã, pela sua empregada, Dalva.
Em casa obtém uma cultura que o faz adiantar-se àquilo que era ensinado nas escolas, mergulhando nos livros que tinha à disposição, na biblioteca do pai. Até o final de sua vida, sempre foi avançado para sua época, o que é comprovado pelas músicas por ele compostas e que até hoje são executadas.
Muitos dos fãs de Raul Seixas consideram uma das marcas mais fortes nas suas músicas a sua capacidade de, através de um estilo jovial e descontraído, transmitir mensagens ou fazer questionamentos sobre temas como o amor, a vida, e a existência em si.
Das canções que Raulzito deixou, muitas foram aquelas que permaneceram eternizadas pelo gosto do público. Entre elas, Maluco Beleza, Metamorfose Ambulante, Sociedade Alternativa, Gîtâ, Eu nasci há 10 mil anos atrás, Medo da Chuva e Tente Outra Vez. Entre os fãs, costumam aparecer também outras músicas, entre elas, Ouro de Tolo, S.O.S., Mosca na Sopa, Eu Sou Egoísta, Para Nóia, Eu Quero Mesmo, Capim Guiné, Água viva, e Cachorro-Urubu.
O último disco lançado em vida foi feito em parceria com Marcelo Nova, intitulado A Panela do Diabo, que foi lançado pela Warner Music Brasil um dia após sua morte. Raul Seixas faleceu no dia 21 de agosto de 1989, aos 44 anos. Seu corpo foi encontrado às oito horas da manhã, pela sua empregada, Dalva.
DOWNLOAD
1967 - Raulzito E Os Panteras
1971 - Sociedade da Grã Ordem Kavernista apresenta Sessão da Dez
1973 - Krig-Ha Bandolo
1973 - Os 24 Maiores Sucessos da era do Rock
1974 - Gita
1975 - Novo Aeon
1976 - Há 10 mil Anos Atrás
1977 - Raul Rock Seixas
1978 - O Dia Em Que A Terra Parou
1979 - Mata Virgem
1979 - Por Quem Os Sinos Dobram
1980 - Abre-Te Sesamo
1983 - O Pacote Fechado de Raul Seixas
1983 - O Segredo do Universo
1983 - Os Grandes Sucessos de Raul Seixas
1983 - Raul Seixas
1983 - Raul Vivo
1984 - Ao vivo Único e Exclusivo
1984 - Metrô Linha 743
1985 - Let Me Sing My Rock'n'Roll
1986 - Caminhos
1986 - Raul Rock Seixas Vol. 2
1987 - Caroço de Manga
1987 - Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Bein-Bum
1988 - A Pedra Do Genesis
1988 - Metamorfose Ambulante
1989 - A Panela Do Diabo
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Rita Lee
Rita Lee Jones Carvalho, mais conhecida como Rita Lee (São Paulo, 31 de dezembro de 1947) é uma cantora, compositora e instrumentista brasileira de grande renome no rock nacional, denominada a “rainha do rock brasileiro”.
Nascida, em São Paulo, Rita Lee Jones é a filha mais nova de Charles Fenley Jones (imigrante norte-americano) e de Romilda Padula (filha de italianos). Seus pais tinham outras duas filhas, Mary Lee e Virginia Lee. Rita cresceu no bairro da Vila Mariana, foi educada no colégio francês paulistano Liceu Pasteur, e hoje fala fluentemente português, inglês, francês, espanhol e italiano. Também chegou a cursar Comunicação Social na Universidade de São Paulo em 1967, na mesma turma da atriz Regina Duarte, mas deixou a universidade durante o primeiro período.
Durante a infância, teve aulas de piano com a musicista clássica Magdalena Tagliaferro.
Na adolescência começa a se apresentar em colégios como componente do Tulio’s trio. Em 1963, forma um conjunto com mais duas garotas, as Teenage Singers, que participam de shows e de festas colegiais. No ano seguinte elas conhecem um trio masculino, Wooden faces. Os dois grupos se juntam, formando o Six Sided Rockers, banda que depois se chamará O’seis, que chega a gravar um disco compacto com duas músicas. Com a saída de três componentes, sobram Rita, Arnaldo e Sérgio que passam a se chamar O Konjunto. Por sugestão de Ronnie Von, o grupo passou a chamar-se Os Mutantes.
Nascida, em São Paulo, Rita Lee Jones é a filha mais nova de Charles Fenley Jones (imigrante norte-americano) e de Romilda Padula (filha de italianos). Seus pais tinham outras duas filhas, Mary Lee e Virginia Lee. Rita cresceu no bairro da Vila Mariana, foi educada no colégio francês paulistano Liceu Pasteur, e hoje fala fluentemente português, inglês, francês, espanhol e italiano. Também chegou a cursar Comunicação Social na Universidade de São Paulo em 1967, na mesma turma da atriz Regina Duarte, mas deixou a universidade durante o primeiro período.
Durante a infância, teve aulas de piano com a musicista clássica Magdalena Tagliaferro.
Na adolescência começa a se apresentar em colégios como componente do Tulio’s trio. Em 1963, forma um conjunto com mais duas garotas, as Teenage Singers, que participam de shows e de festas colegiais. No ano seguinte elas conhecem um trio masculino, Wooden faces. Os dois grupos se juntam, formando o Six Sided Rockers, banda que depois se chamará O’seis, que chega a gravar um disco compacto com duas músicas. Com a saída de três componentes, sobram Rita, Arnaldo e Sérgio que passam a se chamar O Konjunto. Por sugestão de Ronnie Von, o grupo passou a chamar-se Os Mutantes.
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1979 - Rita Lee
1980 - Rita Lee
1981 - Saúde
1982 - Rita Lee e Roberto de Carvalho
1983 - Bombom
1985 - Rita e Roberto
1987 - Flerte Fatal
1988 - Zona Zen
1990 - Rita Lee e Roberto de Carvalho
1993 - Todas as Mulheres do Mundo
1997 - Santa Rita de Sampa
2000 - 3001
2001 - Aqui, Ali, Em Qualquer Lugar (Bossa'n Beatles)
2003 - Balacobaco
2004 - DVD MTV
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Nenhum de Nós
O Nenhum de Nós é uma banda voltada atualmente ao estilo rock. Fundada em 1986, conta até hoje com um estilo muito apreciado em todo o país, especialmente no Sul.
Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na 5º série, conhecem Thedy Corrêa e formam a “Agência de Detetives Mirins”. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Sra. Das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do suntuoso Theatro São Pedro, onde os garotos, nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.
O Thedy ganhou um violão aos 14 anos, foi aluno de violão clássico do prof. Afrânio. O Carlos com 15 anos compra sua primeira guitarra e com o irmão, o Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de “Quarteto Jererê”.
Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady (Sady este que tinha na faculdade um grupo de samba-de-raíz chamado “Grupo do Fadinho”). Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o prof. Thabba. O bat-local do “ensaio” era na garagem da namorada do Thedy com uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade. O que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô (Av. Protásio Alves, Porto Alegre, RS) onde o Sady trabalhava como músico.
Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na 5º série, conhecem Thedy Corrêa e formam a “Agência de Detetives Mirins”. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Sra. Das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do suntuoso Theatro São Pedro, onde os garotos, nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.
O Thedy ganhou um violão aos 14 anos, foi aluno de violão clássico do prof. Afrânio. O Carlos com 15 anos compra sua primeira guitarra e com o irmão, o Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de “Quarteto Jererê”.
Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady (Sady este que tinha na faculdade um grupo de samba-de-raíz chamado “Grupo do Fadinho”). Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o prof. Thabba. O bat-local do “ensaio” era na garagem da namorada do Thedy com uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade. O que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô (Av. Protásio Alves, Porto Alegre, RS) onde o Sady trabalhava como músico.
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1987 - Nenhum de Nós
1989 - Cardume
1990 - Extraño
1992 - Nenhum de Nós
1994 - Acústico
1996 - Mundo Diablo
1998 - Paz e Amor
2000 - Onde Você Estava Em 93
2001 - Histórias Reais Seres Imaginários
2003 - Acústico 2
2005 - Pequeno Universo
2007 - A Céu Aberto
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